Ela não deixa hematomas. Muitas vezes, nem recebe o nome de violência.

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A violência psicológica costuma começar de forma silenciosa, disfarçada de cuidado, ciúme ou proteção. Surge no controle das roupas, na fiscalização dos horários, no afastamento de amigos, na desvalorização das conquistas e na tentativa de fazer a mulher duvidar da

A violência psicológica costuma começar de forma silenciosa, disfarçada de cuidado, ciúme ou proteção. Surge no controle das roupas, na fiscalização dos horários, no afastamento de amigos, na desvalorização das conquistas e na tentativa de fazer a mulher duvidar da própria percepção.

No Agosto Lilás, a psicóloga humanista e Gestalt-terapeuta Lisiane Forte alerta para comportamentos que ainda são naturalizados nas relações afetivas, mas estão previstos na Lei Maria da Penha.

Quando uma mulher passa a viver com medo de falar, escolher, trabalhar, discordar ou simplesmente ser quem é, o relacionamento já ultrapassou os limites do cuidado.

O abuso também acontece sem marcas visíveis. Reconhecer os sinais pode ser o primeiro passo para romper o silêncio.

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